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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Hoje sou preenchida pelo amor

Hoje sou preenchida pelo amor...
Amor que me tomou da escuridão
Resgatou-me de um precipício
Deu-me sua mão.

Matou minha fome quando eu buscava satisfazer-me com as coisas terrenas.
Abriu os meus olhos e me fez ver a verdade.
Mostrou-me que sua palavra revela o melhor que Ele quer para mim:
A minha alma na eternidade.

Cristo tocou minha alma
Com a sua bondade e com sua mansidão.
Só o AMOR mesmo seria capaz de olhar para mim
Com olhos tão puros e misericordiosos
Quando na verdade eu merecia
Ser fulminada por conta do meu pecado imundo.

Mas Ele me abraçou
Curou minhas dores
Transformou minha mente.
Sim, Cristo é amor.
Oh, como sou feliz agora com Sua presença.


Seu amor encheu cada cantinho de mim,
Completou-me por inteiro,
Não há mais espaço.
Minha alma transborda pela alegria que me deu a Sua salvação.

Tu és o amor verdadeiro,
Pai perfeito que segura seus filhos com Sua mão poderosa.
És a minha fome, meu alimento, minha satisfação.
Olho para a terra e contemplo a Sua glória, tudo criaste tão perfeitamente.
Olho para o mundo e já não o desejo mais.
Levanto meus olhos para o céu e enxergo o meu lar.

Peço-te que me dê um coração grato para que eu saiba
Agradecer a Sua bondade em cada entardecer quando o sol se puser.
Peço-te apenas que me perdoe
Ajude-me e segure em minha mão
Pois o que eu desejo é estar guardada debaixo de Suas asas,
É o lugar mais seguro para mim.

Poema por: Patrícia Gomes

segunda-feira, 8 de maio de 2017

A elegância que vem de dentro

Hoje a maioria das pessoas que têm acesso à informação sabe que é peruíce usar uma blusa de paetês às duas da tarde e que é deselegante comparecer a um casamento sem gravata. Costanza Pascolato, Gloria Kalil e Claudia Matarazzo são alguns dos jornalistas especializados em ajudar os outros a não cometerem gafes na hora de se vestir ou de se portar à mesa. Mas existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.


É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir à empregadas domésticas, garçons ou frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem dá um presente sem data de aniversário por perto, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão um dia desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.

- Martha Medeiros

terça-feira, 2 de maio de 2017

Soberana vocação e missão

Gostaria de compartilhar uma Ministração (na realidade duas, por que uma é continuação da outra) que me edificou bastante, confesso até que preciso ainda assistir mais vezes para conseguir absorver tudo o que o Senhor nos propôs através do servo dele. Espero que esta Palavra fale ao seu coração.




Com fé,
Shirley Costa