Casar para fazer alguém feliz?

Diferentemente dos padrões do mundo, os cristãos são convocados para uma nova visão sobre a vida, sobre valores e convicções que começam na teoria e logo aplicam-se em nossas vidas como atitudes e praticas que nos levarão para mais perto de Deus. E lendo o livro “De bem com a vida” do Pastor Israel Alves Ferreira, li um trecho muito interessante que fala sobre felicidade:

Jesus que nos dizer que para construirmos a nossa felicidade, precisamos ter uma proposta, ter um objetivo, ter um alvo. Começamos a importante caminhada da felicidade com as bases que são as bem aventuranças, depois teremos que ter caráter transformados a ponto de termos um objetivo maravilhosos de fazer os outros felizes. Com este proposito e com esta visão ou com esta planta será mais fácil executar a construção. Isto por que você já sabe onde quer chegar. Você não quer uma felicidade egoísta, como muitos pensam, eu sendo feliz isso me bastará. Só que ele nunca será feliz se não tiver o proposito de distribuir felicidade com e para todos.


Essa com certeza é uma ideia que distorce todos os conceitos que foram inseridos na sociedade. Nossa, Jesus disse que eu só vou ser feliz, se eu for o motivo da felicidade de alguém, se eu for aquilo que está escrito em Mateus 5.13-16 e que também este é um compromisso muito grande com aquela pessoa com quem eu sonho construir um relacionamento duradouro, o meu cônjuge!

Quando vou realizar ou celebrar um casamento, eu convido os nubentes ao meu gabinete para uma conversa de aconselhamento e ás vezes eu pergunto: Para que você quer casar? E aquele jovem me responde: eu quero ser feliz. É difícil alguém dizer: eu quero fazer ela ou ele feliz. E isto é um grave problema nos lares e nas relações interpessoais: todos querem ser felizes, mas quase ninguém quer fazer os outros felizes. Por isto é que Jesus depois de começar seu sermão definindo a felicidade, prossegue mostrando que é preciso ser luz e sal para os outros, para então prosseguir na construção da felicidade.

Jesus disse:
- Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas. (Humildade)
- Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará. (Pranto)
- Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido. (Mansidão e simplicidade)
- Felizes as pessoas que tem fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas. (Justiça e bondade)
- Felizes as pessoas que tem misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas. (Amabilidade e misericórdia)
- Felizes as pessoas que tem o coração puro, pois elas verão a Deus. (Coração puro)
- Felizes as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos. (Paz)
- Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, pois o Reino do Céu é delas. (Fidelidade)
Mateus 5.3-10

O Senhor nos chamou para uma vida nova, e aí está a verdadeira felicidade, do homem para com Deus e, para com outros homens.

Seja feliz, melhor faça alguém feliz! Aonde estiver, diga Sim a Campanha da Felicidade não egoísta! Espere, me faça feliz, deixe um comentário! :)

Românticos de plantão


Desde que eu era criança

Vivia como do tipo Romântica

Ouvia musicas lentas que param o coração

E historias que vão de livros á televisão.


O romance não é apenas um tipo de leitura literária.

E nem somente um termo que abrange flores, versos e chocolates.

O Romance é a Perfeita interpretação do Amor verdadeiro

Vivido intensamente de entrega, de perdão, de fogo, de ternura.

O Romance só existe pra quem acredita.

Para quem transforma um singelo olhar em poesia.

Pra quem deseja vive-lo intensamente dia-a-dia

E traz no peito essa alegria.

O Grande Teatro


“Luz, câmera, ação.”


Neste teatro existem as Obras primas de Deus e os fantoches do diabo.
Nos bastidores existem anjos e demônios.
E o palco principal está diretamente ligado à plateia.
Existe o Autor e Diretor principal que está assentado em seu trono, guiando sua obras primas.
Há o Príncipe da paz que intercede pelos personagens.
Mas, temos também o impostor que engana aqueles que são obras primas do Autor, mas infelizmente estão presas como fantoches onde nem sequer têm noção para onde estão indo.

E este Grande Teatro não para, ele está fixado no tempo onde seus personagens decidirão o rumo que terão depois que suas apresentações terminarem.
Ao longo dos séculos, não tem sido muito diferente. Os personagens nascem como fantoches, pois é a marca de sua desobediência do passado, alguns desses personagens crescem e descobrem o caminho da felicidade, sentem o Amor do Autor e entregam o seu roteiro para Ele e a partir daí, o personagem vivencia experiências incríveis desde sua criação passageira até a eterna.

Infelizmente muitos personagens ainda não foram alcançados pelo Amor do Autor ou o rejeitou e quiseram escrever suas próprias cenas, mas como todos estão condenados desde o principio e só recebem perdão através o Príncipe da Paz concedido pelo Autor, se tornam rascunhos, onde parece não ser o roteiro original e realmente não é, se torna uma espécie de brincadeira, no principio tudo muito bacana, mas o final não tem direito a nenhum aplauso. E quando as cortinas se abrem novamente  esses personagens “descobrem” tarde demais que as sua obras primas se tornaram nada mais que fantoches, instrumentos de manipulação e descarte, esse é o “roteiro” do impostor.


No Grande Teatro, o palco é o coração dos personagens e a plateia se manifestará de acordo com o que procede dali, pois num instante aquele que esta no palco pode ser a plateia, e a plateia sai diretamente para o palco.
Pode ser contraditório, mas nenhum personagem nunca entendeu tudo aquilo que acontece no Grande Teatro, os mistérios de sua existência só pertencem ao Criador.
Assim como o roteiro da sua peça deve pertencer também...

O Grande Teatro é o Mundo.
O Autor é Deus.
O impostor é o diabo.
A Peça é a sua Vida.
O Palco seu coração.
Os personagens somos nós.
O Príncipe da Paz é Jesus.
Os Bastidores de anjos e demônios é o mundo invisível, espiritual.

Todos somos obras primas, fomos criados assim.

Mas no decorrer do caminho, tomamos uma decisão: Eu vou me entregar á Deus, ou não?
Então você mesmo descobrirá qual a sua posição diante do Grande Teatro, se é como Obra prima de Deus ou fantoche do diabo.

(Esse é um vídeo de uma peça apresentada numa Igreja na mesma cidade onde eu moro)

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