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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Poema para Deus



Cristo, eu realmente não poderei crer em Ti se não me deres este dom.
Pois o que há em mim,
é apenas incredulidade e profundos vãos.

Peço que converta-me dos meus maus caminhos
e que eu me volte prostrada
para Ti em todo amanhecer,
quando o sol nascer,
trazendo as Suas misericórdias junto ao dia.

Que eu esteja ansiosa por sua presença.
Que eu sinta saudades de estar em oração,
e que assim como um bebê repousa seguro no seio de sua mamãe,
quero estar  repousando à sombra do seu perdão.

 Da-me fé para prosseguir agarrada a Ti,
quer queira em tempos de bonança ou não.
Sustenta-me para que eu permaneça
em sua palavra em meio à dor,
e a todo tipo de perseguição.

Da-me fé para lutar contra o meu eu,
que em tantas vezes quer se exaltar,
chamando atenção para mostrar tão fútil "valor",
Contra o meu pecado garrado em minha carne
que desejam a impureza e um futuro eterno, amargo e cheio de dor.
Ó, quão miserável que sou! da-me fé, por favor!

Anseio permanecer junto a Ti,
por tudo o que és, meu Perfeito, Bendito e Amado Salvador.
Cristo, lugar de abrigo, onde encontrei o motivo por qual hoje eu vivo.
Se queres, faz de mim Amado meu, verdadeiramente um discípulo Seu.

- Patrícia Gomes

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Meu Pai, meu Herói

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito.”
- João 3:16


Sempre que chega o dia dos pais, ou a semana que antecede esse dia, eu lembro de João 3:16, onde o Pai testifica mais uma vez o amor que tem por nós. Talvez para muitos um versículo clichê, no entanto enxergo uma declaração de amor. A reflexão que trago surge de duas questões: Quem é o nosso Pai? Quanto vale o seu amor?

Onde existia apenas escuridão por causa do pecado, o Senhor iluminou com toda Sua Graça. Aquele lugar vazio que voltou a viver sem forma como era em Gênesis 1:1, foi completamente lavado pelo sangue do Filho amado. Ele trouxe misericórdia oferecendo nova vida para àqueles que crerem em Seu Nome (João 1:12-13), pecadores de natureza da nossa, sendo perdoados através do sangue puro de um Filho que nunca cometeu nenhum erro, apenas amou de tal forma dizendo: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42).

Mas, diante de toda essa Graça, quem é o nosso Pai?

Homem Ele não é, mas sim, amor compassivo, irresistível, onde sua bondade restringe qualquer atitude humana. Como bondade e justiça, Ele nos traz a realidade de estarmos distante do pecado, com toda dificuldade enfrentando nosso querer, mas fazendo parte dos seus escolhido, através da disciplina do Senhor, como está em Hebreus 12:10b, Deus porém nos disciplina para aproveitamento, afim de sermos participantes da sua santidade. Esse é o Amor, nosso Pai. No entanto, quanto vale o seu amor?

Creio que mesmo uma vida inteira em santidade não pagaria o que Jesus fez na Cruz, descrevo dessa forma, pois seu sacrifício foi único, e não haverá outro da mesma intensidade, nem mesmo que se compare. Mas o que nos é pedido é ser como Ele, ter vida com Ele; nada é perdido, mas sim o ganho de uma Graça Abundante.

A pergunta não foi respondida, não é mesmo?
Bem, esta reflexão eu deixo para cada um de nós todos os dias, quanto vale o amor do nosso Pai?

Graça e paz à todos.
Lavínia Da Hora

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Testemunho de uma Ex-Lésbica

Há uns meses, li no blog Mulheres Piedosas um texto escrito por Rosaria Butterfield, o testemunho dela a respeito de sua luta contra a homossexualidade. E hoje vim compartilhar esse post com vocês, espero que sua vida seja edificada.


Os incrédulos não lutam contra a atração pelo mesmo sexo. Eu não lutei. Meu amor por mulheres veio sem nenhuma luta.

Eu não fui sempre lésbica, mas nos meus vinte e tantos anos, eu conheci minha primeira amante lésbica. Eu estava apaixonada e acreditava que eu tinha me encontrado. Sexo com mulheres era parte da minha vida e identidade, mas não era a única parte – e nem sempre a maior parte.
Eu simplesmente preferia mulheres em tudo: companhia, conversa, companheirismo e os contornos de seus/nosso corpo. Senti-me acolhida e criei uma casa e um lar em meio à comunidade lésbica.
Como uma professora de Inglês descrente, uma defensora do pós-modernismo e pós-estruturalismo e uma adversária de todas as meta-narrativas totalizantes (antigamente eu citaria o Cristianismo como exemplo), eu encontrei paz e propósito na minha vida como lésbica e na comunidade homossexual que eu ajudei a criar.

Conversão e Confusão

Foi só depois que eu conheci meu Senhor ressurreto que eu senti vergonha do meu pecado, das minhas atrações e do meu histórico sexual.
Minha conversão trouxe consigo um trem descarrilhado de sentimentos contraditórios, que iam de liberdade até vergonha. A conversão me deixou confusa também. Embora estivesse claro que Deus proibia sexo fora do casamento bíblico, não era claro para mim o que eu deveria fazer com a gama complexa de desejos, atrações, sensibilidades e sentidos que eu tinha dentro de mim mesma e que ainda me definiam.
O que é pecado de transgressão sexual? O sexo? A identidade? Quão profundo o meu arrependimento deveria ser?
Conhecendo John Owen
Nestas lutas recém-descobertas, um amigo recomendou que eu lesse um velho teólogo do século XVII chamado John Owen, em um trio de seus livros (agora agrupado sob o título “Para Vencer o Pecado e a Tentação”).
No início, eu fiquei ofendida ao perceber que o que eu chamei de “minha identidade”, John Owen chamava de “pecado interior.” Mas eu perseverei. Owen me ensinou que o pecado se manifesta na vida do crente de três formas: como distorção do pecado original, distração em relação aos pecados do cotidiano e desencorajamento pela manifestação diária das obras da carne.

Eventualmente, o conceito de pecado interior abriu uma janela para que eu visse como Deus pretendia substituir minha vergonha por esperança. De fato, o entendimento de John Owen a respeito do pecado é o elo perdido na atual confusão cultural no que diz respeito à natureza do pecado sexual e o que devemos fazer a respeito.

Como crentes, lamentamos com o apóstolo Paulo, “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim” (Romanos 7.19-20). Mas depois de lamentarmos, o que devemos fazer? Como devemos pensar a respeito do pecado que se tornou uma parte diária de nossa identidade?
Owen explica com quatro respostas:

1. Mate-o de fome
O pecado que habita em nós é um parasita que se alimenta de tudo que você faz. A palavra de Deus é veneno para o pecado, quando recebida por um coração renovado pelo Espírito Santo. Você mata o pecado de fome quando se alimenta profundamente da Palavra. O pecado não pode resistir à Palavra. Assim, encha seu coração e sua mente com a Escritura.
Uma forma que eu faço isso é cantando os Salmos. Cantar os salmos, para mim, é uma prática devocional poderosa, pois me ajuda a submeter minha vontade à de Deus e memorizar sua palavra enquanto o faço. Nós matamos o pecado de fome quando lemos a Escritura de forma compreensiva, em porções grandes, livros inteiros de uma vez só. Isso nos permite ver a providência de Deus agindo de forma mais ampla.

2. Chame o pecado pelo nome
Uma vez que ele habita em você, não compre uma coleira, uma casinha e um apelido carinhoso. Não admita o pecado como um animal de estimação inofensivo (nem mesmo adestrável) . Pelo contrário, confesse-o como uma ofensa maligna e coloque-o para fora! Ainda que você o ame! Você não pode domesticar o pecado, convidando-o para sua casa.
Não promova uma paz falsa. Não dê desculpas. Não trate o pecado de forma sentimental. Não se faça de vítima. Não viva por meio de autojustificação. Se você leva o filhote de tigre para casa e o chama de Fofo, não se surpreenda se um dia você acordar e o Fofo estiver te comendo vivo. É assim que o pecado funciona e o Fofo sabe fazer seu trabalho. Às vezes o pecado se esgueira e fermenta por anos, enganando o pecador, fazendo-o acreditar que tudo está sob controle, até que ele se lança sobre tudo que você construiu, edificou e amou.
Seja sábio a respeito de seus pecados, não os mime. Lembre-se de que o pecado nunca é sua identidade se você está em Cristo. Em Cristo, você é um filho ou uma filha do Rei; você é parte da realeza. Você batalha contra o pecado porque ele distorce sua identidade real; você não se define por esses pecados presentes em sua consciência e na vida diária.

3. Elimine o pecado, matando-o
O pecado não é apenas um inimigo, diz Owen. O pecado está em inimizade contra Deus. Inimigos podem ser reconciliados, mas não há esperança de reconciliação para qualquer coisa em inimizade com Deus. Qualquer inimigo de Deus deve ser morto. Nossas batalhas com o pecado nos levam para mais perto da união com Cristo. O arrependimento é uma porta para a presença de Deus e para a alegria nEle.
De fato, nossa identidade está em sermos crucificados e ressuscitados com Cristo:
“Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos” (Romanos 6.4-6).

Satanás irá usar nosso pecado como chantagem, declarando que não podemos estar em Cristo e pecar com o coração ou com o corpo. Nesses momentos, lembramos a ele que ele está certo em apenas um ponto: nosso pecado, de fato, é pecado. Ele realmente é uma transgressão contra Deus, e nada mais.
Mas Satanás está completamente errado no ponto mais importante. No arrependimento, nos colocamos junto ao Cristo ressurreto. E o pecado que cometemos (e iremos cometer) está coberto pela justiça dEle. Mas devemos lutar. Deixar o pecado em paz, diz Owen, é deixar o pecado crescer – “não vencê-lo é ser vencido por ele”.

4. Cultive diariamente sua nova vida em Cristo
Deus não dos deixa sozinhos para lutar a batalha em vergonha e isolamento. Pelo contrário, através do poder do Espírito Santo, a alma de cada crente é “vivificada”. “Vivificar” significa animar, dar vida. A vivificação complementa a mortificação, e ao fazê-lo, permite que vejamos a perspectiva da santificação, que inclui dois aspectos:

1) Salvação dos desejos do pecado, experimentada quando a graça da obediência nos dá o “poder expulsivo de uma nova afeição” (citando Thomas Chalmers).
2) Humildade a respeito do fato de que precisamos diariamente do fluxo da graça de Deus que vem do céu e, não importa o quanto o pecado tente nos enganar, esconder nosso pecado nunca é a resposta. De fato, o desejo de sermos fortes o suficiente em nós mesmos, para que vivamos independentes de Deus, é o primeiro pecado, a essência do pecado, e a mãe de todos os pecados.
Esse elo perdido de Owen é apenas para os crentes. Ele diz, “a não ser que um homem seja regenerado, a não ser que seja um crente, todas as suas tentativas de mortificação do pecado … não tem propósito. Em vão ele usa muitos remédios, mas não será curado”.

O que um descrente pode fazer, então? Clamar a Deus para que o Espírito Santo lhe dê um novo coração e converta sua alma: “mortificação do pecado não é a tarefa dos homens não regenerados. Deus não os chama a isso; sua busca é pela conversão – de toda a alma – não a mortificação deste ou daquele pecado”.

Livre para se alegrar

Nos escritos de John Owen encontrei como e por que as promessas da satisfação sexual em meus próprios termos eram a antítese do que eu antes cria fervorosamente. Ao invés de liberdade, meu pecado sexual era escravidão. Esse puritano do Século XVII me revelou como meus desejos e sensibilidades homossexuais eram enganos aterradores.
Hoje, eu agora faço parte de uma longa linhagem de mulheres piedosas – a linhagem de Maria Madalena. O evangelho veio com a graça, mas exigiu uma guerra irreconciliável. Em algum lugar desse campo de batalha sangrento, Deus me deu um desejo implacável de me tornar uma mulher piedosa, coberta por Deus, firmada em sua palavra e sua vontade. Esse desejo se transformou em outro desejo: o de me tornar, se o Senhor assim desejasse, a esposa piedosa de um marido piedoso.
Foi aí que eu percebi. A união com o Cristo ressurreto significava que tudo o mais foi crucificado à cruz. Eu não poderia ter minha antiga vida de volta, se quisesse. De início, foi aterrador, mas quando olhei para o abismo do meu temor, encontrei paz.

Nessa paz, descobri que o evangelho está sempre à frente. Nosso lar está adiante de nós. Hoje, apenas pela maravilhosa graça de Deus, sou parte da família de Deus, onde Deus se importa com os detalhes do meu dia, os deveres de casa de matemática das crianças e a bagunça da comida derramada após o jantar e, acima de tudo, com as pessoas, feitas à imagem de sua preciosa graça: o homem que me chama de amada e as crianças que me chamam de mãe.


segunda-feira, 24 de julho de 2017

O que decide seu destino?

Engraçado como nos acomodamos mediante ao tempo. E mais engraçado ainda é que nos acomodamos com aquilo que consideramos "bom" e não lutamos para conquistar o "melhor". Tenho refletido bastante sobre isso ultimamente e olho para mim mesma e vejo o quanto me acomodei. Um emprego que supra minhas necessidades básicas está bom, um conhecimento regular está bom, um nível de relacionamentos rasos está bom... E assim passam anos e anos na mesma mesmice! E isso tudo acontece porque nós mesmos não temos coragem de nos confrontar e arriscar viver novas experiencias. Mesmo quebrando a cara, mesmo sofrendo em cada decisão, mesmo sendo criticado e humilhado devemos nos submeter a lutar por aquilo que é o "melhor", porque o preço da acomodação é a mediocridade e isso ninguém precisa lutar para conseguir, vem de presente.

Aconteceram algumas coisas dentre esses dias e dentre elas está a Ministração a seguir que fala a respeito de propósitos e destino. Espero que abençoe a sua vida, transforme a sua mente e direcione seu caminho.




"O caminho certo é igual o caminho errado, só o destino que é diferente."

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Conta aí a sua historia

Queridos leitores, hoje teremos novamente mais um testemunho no blog! Glórias á Deus! Creio que todo testemunho é louvável para edificação do servo de Deus, pois ao saber de como Deus mudou a vida de alguém, temos ainda mais esperanças em acreditar que Ele mudará a nossa também. Nada é fácil nessa vida, mas ter fé é a melhor saída. E cada fase que passamos, temos algo a contar, e hoje a nossa irmã Débora, veio nos contar um pouco de sua historia!

Conta aí a sua historia Débora!

Tudo começou há mais ou menos 3 anos, eu era uma jovem de 16 anos que estava desviada há muito tempo, eu ocupava meu tempo e minha vida ouvindo minhas músicas seculares preferidas e idolatrando uma cantora da qual eu era super fã, era apaixonada por ela, sabia todas as músicas, tinha todos os cd's, revistas, enfim, sabia tudo sobre ela. Como muitas jovens da minha idade eu era tímida, não tinha amigas, não gostava de sair e era muito antissocial. Passava boa parte do meu tempo em redes sociais como o Facebook, e ali eu via as pessoas postando fotos das suas vidas, saindo com seus amigos, se divertindo, e pensava o quanto da vida eu estava perdendo e que nunca teria uma vida como aquela.

Então pra esquecer essas coisas que eu pensava e me sentir melhor eu ouvia minhas músicas e ocupava meu tempo idolatrando minha cantora favorita. Acontece que nada disso era o bastante para preencher o vazio que constantemente eu sentia dentro de mim, era uma ajuda passageira que nunca resolveu meus problemas. Vez ou outra eu estava me sentindo bem, quando do nada começava a me sentir sozinha, esquecida pelo mundo, pelas pessoas, começava a sentir uma angústia muito grande dentro de mim, tinha vontade de morrer, não queria ver pessoas, nem mesmo minha família, não queria a ajuda de ninguém, ficava me perguntando porque eu tinha nascido e pensava que eu estava destinada a morrer sozinha.

Com o tempo tudo isso foi se transformando em depressão, eu passava a maior parte da minha vida trancada em meu quarto, para mim, minha vida já não tinha sentido.

Então uma irmã que sempre passava em frente a minha casa convidou minha mãe para ir visitar sua igreja, então de vez em quando íamos a essa igreja, mas meus problemas continuavam, até que um dia eu resolvi que queria mudar de vida. Era um domingo e eu decidi que naquele dia iria na igreja e aceitaria Jesus, pois eu sabia que só Ele poderia mudar a minha vida, e foi exatamente o que fiz. Fui à igreja, aceitei Jesus, me firmei na igreja novamente, um ano depois me batizei e hoje permaneço mais firme do que nunca.

O Senhor me libertou de todos os meus problemas, restaurou a minha vida, e hoje não ouço mais música secular e nem idolatro nenhuma cantora, pois ele tirou esses desejos de mim, Ele tirou minha vergonha e timidez e hoje canto na igreja e faço parte do grupo de jovens. Posso dizer que foi a melhor decisão que tomei na vida, e só me arrependo de não te-la feito antes. O Senhor me escreveu uma nova história, e hoje eu o louvo por tudo o que fez em minha vida.

"O amor de Deus é perfeito.
A sabedoria de Deus é infinita.
O controle de Deus é soberano.
O objetivo de Deus é bom."
- Bob Welch

Se você quiser também compartilhar conosco o seu testemunho, envie um e-mail para shirleycosta16@hotmail.com. O seu testemunho incentiva e ajuda a outros irmãos na fé que estão na batalha juntamente comigo e com você!

Fiquem na paz e até o próximo "Conta aí a sua historia", no próximo pode ser a sua!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Uma mulher segundo a vontade de Deus

Deixe-me ser o que fui criada para ser, deixe-me ser uma mulher.
- Elisabeth Elliot

Essa frase da nossa querida Elisabeth, me faz refletir muito no que é ser de fato uma mulher segundo a vontade de Deus.
E então me vem à mente as seguintes perguntas:
Como tem sido nosso comportamento diante da nossa feminilidade?
O que é ser exatamente uma mulher?
A frase citada trata-se de uma frase cristã. Quem nos criou? Foi Deus!

Gênesis 2:22: E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.

E como tem sido o nosso comportamento feminino diante de Deus?
E para Ele o que é ser uma mulher? Será que já nos perguntamos isso em algum momento?
Deus nos fez mulheres e colocou em cada uma de nós, feminilidade natural.
Algo que nos diferencia totalmente dos homens.
Sendo nós mulheres cristãs, o que Deus definiu para nós?


O livro de Provérbios no capitulo 31 a partir do versículo 10 fala sobre a mulher, vou citar aqui alguns versículos desse capitulo:

1- Ela é virtuosa. (Pv 31:10)

Será que temos virtudes de mulheres cristãs? As quais são: 

Bondade. Mansidão. Misericórdia. Sabedoria. Humildade. Amor. Paciência. Obediência.
Se ainda não as temos, devemos buscar perdão em Deus e pedir que nos faça mulheres virtuosas para servi-lo e assim seremos mudadas nessa área de nossas vidas, porque virtude é dom de Deus.

2- Ela se veste de modo respeitoso. (Pv31:25)

Para a mulher cristã a força e honra são os seus vestidos.

Como tem sido nossas vestes? Elas devem ser comportadas, respeitosas de modo que nos cubra o suficiente para não atrairmos olhares de homens por causa do nosso corpo. 

Paul Washer citou:

Se a sua roupa é uma moldura para o seu rosto, da qual a glória de Cristo deve brilhar, então é a roupa boa aos olhos do Pai. Se você se veste de propósito para que a roupa seja moldura para o seu corpo, é sensual e Deus odeia. Você está agindo como pedra de tropeço e era melhor que uma pedra fosse amarrada ao seu pescoço e você fosse lançada ao mar. Jovens homens é a mesma coisa.

3- Ela fala com sabedoria. (Pv31:26)

Quais têm sido nossos conselhos para alguém quando abrimos a boca? Será que temos falado de modo correto biblicamente? O quanto da palavra temos estudado para falar com sabedoria?

4- Ela NÃO é preguiçosa. (Pv31:27)

A mulher que Deus criou, deu-a coragem e disposição para trabalhar e cuidar do lar, marido e  filhos com bondade, com amor, com zelo, com gosto. Muitas de nós ainda não somos casadas, eu por exemplo, ainda sou solteira, mas será que sou uma mulher preguiçosa? Se for, devo me consertar, pois não estou agradando a Deus. 

5- Ela é temente a Deus. (Pv 31:30)

Ela sabe que a beleza física vai se acabar com o tempo, por isso ela não se prende a vaidade de modo exagerado.
Será que nós temos passado mais tempo em oração ou em salões de beleza?

Na bíblia somos citadas como "vasos mais frágeis" e não devemos nos envergonhar disso e nem nos sentir inferiores, porque isso significa que os nossos maridos devem nos tratar com delicadeza, cuidado e amor. Ao mesmo tempo somos fortes, doces e acolhedoras e isso para mim desde já é um atributo maravilhoso.
E quando formos casadas, seremos para os nossos maridos como um lugar de repouso para o dia mal dele, o nosso papel será de auxiliadora e submissão, respeitando os nossos maridos, tratando-os com carinho. E isso não é vergonhoso, pelo contrario, é uma benção e como recompensa receberemos elogios deles.

Tudo isso nos faz Mulheres segundo a vontade de Deus. 
Que possamos saber usar a porção de feminilidade que Deus deu a cada uma de nós e aceitarmos o significado do que isso significa para Deus. 

O seu valor muito excede ao de Rubis. (Pv 31:10b)

Ela é valorosa e ela é feliz! Feliz por ter a presença de Deus e servi-lo também por meio de sua feminilidade. 

Então, agora eu entendo o que fui criada para ser, uma mulher segundo a vontade de Deus. 

-- 
Patrícia Gomes